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Preço: R$ 309.00
Finaliza em: 4d 11h (19/03/10 16:15)
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Finaliza em: 0d -12h (14/03/10 15:46)
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Finaliza em: 7d 3h (22/03/10 08:15)
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Finaliza em: 18d 12h (02/04/10 17:18)
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Finaliza em: 22d 4h (06/04/10 08:39)
Notícias para quem quer Comprar GPS
13/03/2010 - 07:00:50
Conheça acessórios baratos que tornam o ato de fotografar mais prático e agradável
Para a maioria da população o investimento em uma câmera digital termina na hora da compra. Reviews são lidos, preços são comparados, e no final escolhe-se um modelo que deverá servir ao usuário por alguns anos. Mas com um pequeno investimento extra é possível deixar o ato de fotografar mais prático e agradável. Confira quatro acessórios que deveriam fazer parte do kit de qualquer fotógrafo digital:
Tripé
Acessório pouco usado mas essencial para quem quer fotografar paisagens (especialmente noturnas) ou cenas de longa exposição sem correr o risco de borrar a imagem. A maioria das câmeras digitais atuais, mesmo os modelos domésticos mais baratinhos, é compatível: procure na parte de baixo da câmera um "buraco" com rosca. É ali que o tripé é encaixado.
Não é necessário andar por aí com um pesado tripé profissional pendurado nas costas: há nas lojas especializadas mini-tripés, pouco maiores que a própria câmera, que dão conta do recado e cabem em qualquer bolsa.
Os modelos flexíveis são especialmente interessantes, pois dão mais liberdade na hora de posicionar a câmera: que tal prendê-la ao guidão da bicicleta? No exterior o modelo de tripé flexível mais popular é o GorillaPod, mas não é difícil encontrar similares por aqui.
Pilhas
Quando o assunto é energia há duas vertentes entre as câmeras fotográficas digitais. Há os modelos alimentados por baterias recarregáveis, projetadas pelo próprio fabricante da câmera, e os que funcionam com pilhas AA, alcalinas ou recarregáveis. Se sua câmera usa pilhas, vale a pena investir um pouco para garantir mais fotos por mais tempo.
A capacidade das pilhas é medida em miliamperes-hora (mAh). Grosso modo, quanto maior o numero maior a capacidade da pilha, e mais fotos você vai conseguir tirar por carga. Prefira modelos entre 2.100 mAh e 2.600 mAh, de marcas conhecidas.
É muito fácil encontrar no mercado "pechinchas" de marcas obscuras, geralmente vindas da China, prometendo capacidades de 4.600 mAh ou mais. Estas pilhas são falsas: além de não ter a capacidade indicada (as recarregáveis mais potentes no mercado atualmente não passam de 2.900 mAh) são feitas com tecnologia inferior, que não resiste a múltiplos ciclos de carga. Trocando em miúdos: duram menos e em pouco tempo não poderão mais ser recarregadas.
Uma tecnologia que está chegando agora ao Brasil são as pilhas "híbridas": pilhas recarregáveis são vendidas vazias, pois não conseguem manter a carga por muito tempo. Isto não acontece com as híbridas: elas chegam ao consumidor "cheias" (geralmente com 85% da carga total), podem ser usadas imediatamente e uma vez carregadas mantém a carga por até quatro vezes mais tempo que as recarregáveis comuns.
Pílhas híbridas custam um pouco mais caro, mas são uma ótima opção para quem pretende manter um conjunto de pilhas sobressalentes na bolsa, sempre à mão para uma emergência. Modelos da Sanyo (Eneloop) e Rayovac (Híbrida) já podem ser encontradas por aqui.
Cartão de memória
O cartão de memória é o "filme" de sua máquina fotográfica digital. Quanto maior a capacidade, mais fotos você poderá tirar antes de ter de descarregá-lo. Para o dia-a-dia um cartão de 2 GB é mais do que suficiente, capaz de comportar mais de 300 fotos em uma câmera de 7 MP. A coisa muda de figura se, além de fotografar, você também pretende usar sua câmera para filmar. Neste caso, quanto maior a capacidade do cartão, melhor.
Mas há um tipo de cartão de memória, disponível no exterior, muito mais interessante. Produzidos por uma empresa norte-americana de mesmo nome os cartões Eye-Fi podem, além de armazenar suas fotos como qualquer outro cartão, enviá-las automaticamente para seu PC ou sites e redes sociais (como Flickr, Picasa e Facebook) favoritas na internet. Basta ter uma conexão de internet sem fio (Wi-Fi) por perto.
Isto acontece porque o cartão é na verdade um computador em miniatura, contendo não só a memória mas também um módulo de rede sem fio. Tudo é alimentado pela própria câmera, e a configuração inicial do cartão (redes favoritas, para quais sites enviar as fotos, com que frequência) é feita usando um PC. Depois, é tudo automático: basta ligar a câmera e esquecer.
Há vários modelos de cartões Eye-Fi. Além da capacidade (de 2 a 8 GB) também variam os recursos. O modelo mais básico, de 2 GB, só compartilha fotos com seu PC doméstico. Modelos de 4 GB já incluem compartilhamento com redes sociais e um GPS interno, que marca automaticamente as coordenadas do local onde cada foto foi tirada. A informação pode ser usada mais tarde para criar um "mapa" de suas fotos.
Por fim, há um modelo de 8 GB que inclui "espaço infinito": sempre que uma foto é enviada para a internet a cópia no cartão é apagada automaticamente, liberando espaço para mais fotos. Os preços, nos EUA, variam de US$ 49,99 a US$ 149,99.
Bolsa
Uma bolsa para guardar sua câmera digital pode parecer "frescura", mas não é. Com ela sua câmera fica protegida de água, suor, areia ou poeira (que podem danificá-la), você evita riscos (especialmente na tela, o que é ainda mais importante na nova geração de câmeras "touchscreen") e ainda organiza todos os acessórios (bolsa, cartão, pilhas) em um lugar só.
Os tamanhos e formatos são os mais variados possíveis, bem como os preços. Na hora da compra leve sua câmera digital junto, para ter certeza de que ela cabe na bolsa, verifique se há espaço para os seus acessórios mais usados e evite modelos muito chamativos, que podem acabar atraindo a atenção dos "amigos do alheio" sempre de prontidão em pontos turísticos.
12/03/2010 - 17:00:00
12/03/2010 - 17:30:00
12/03/2010 - 17:40:00
11/03/2010 - 18:07:57
Aplicativo aparentemente seguro pode ser capaz de criar botnet de celulares
Por Fabiana Baioni
Dois pesquisadores da Tipping Point (empresa especializada em segurança na internet) apresentaram durante a última Conferência RSA (reunião de grandes empresas do setor de informática e segurança) os resultados de uma investigação que mostra como é fácil infectar aparelhos celulares com arquivos maliciosos.
De acordo com o site The H Security, Derek Brown e Daniel Tijerina desenvolveram um aplicativo chamado WeatherFist que, finge ter a única função de informar a condição do tempo no exato local em que o usuário do smartphone está.
Para que isso seja possível, o aplicativo envia os dados de posicionamento do telefone via GPS para um servidor que converte essas coordenadas transmitindo os dados para o site weatherunderground.com. Em seguida, o aplicativo mostra as informações meteorológicas fornecidas por este site na tela do celular. Porém, nos bastidores, o WeatherFist pode executar inúmeras tarefas como assumir o controle do smartphone, ler mensagens de texto ou abrir caminho para um eventual acesso remoto.
Os desenvolvedores afirmam ainda ser possível vincular um servidor SMTP a uma rede específica e, por exemplo, enviar spam via celulares, criando assim uma botnet clássica.
Segundo o site The Register a sugestão do aplicativo não foi publicada em nenhuma loja oficial de produtos para iPhone ou Android, mas mesmo assim atraiu centenas de usuários desses smartphones que baixaram o programa por mercados de aplicativos terceirizados como o Cydia e o SlideME. Segundo os especialistas, o aplicativo teve mais de oito mil instalações em um mês.
Ainda de acordo com o The H Security, os pesquisadores afirmaram durante a conferência que não disponibilizaram uma versão maliciosa do aplicativo (utilizada na demonstração durante a RSA), mas que poderiam fazer isso tranquilamente caso enviassem uma atualização às lojas que já colocaram o aplicativo para download. Para Brown e Tijerina, a versão do WeatherFist lançada para as lojas já deveria ter despertado algum tipo de desconfiança nos mantenedores de acervos app online. Por exemplo, o aplicativo envia dados de GPS para o servidor sem motivo aparente: smartphones têm suas próprias APIs para esta finalidade. “Parece que ninguém olhou para o código. 20 minutos depois de apresentado o aplicativo, o software já estava online na loja. Podemos, portanto, seguramente assumir que ninguém vai achar suspeita uma atualização, não importa a quantidade de códigos maliciosos que isso tenha”, disse Brown.
A conclusão dos peritos é simples e verdadeira: os usuários devem baixar aplicativos para smartphones somente de fontes seguras. Infelizmente, eles disseram, a AppStore da Apple é a única que, atualmente, inspeciona minuciosamente os aplicativos que ela oferece. Porém, pelo menos um lugar pode ser considerado confiável.
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10/03/2010 - 13:05:11
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