12/05/2011 - 16:58:59
Aparelho oferece tela sensível ao toque, Wi-Fi e acesso a loja de aplicativos do Google
A LG apresenta o smartphone Optimus Me no Brasil. Equipado com sistema operacional Android 2.2, também conhecido como Froyo, e tela sensível ao toque LCD de 2,8 polegadas, o produto já está nas prateleiras por R$ 550.
| Divulgação |
 |
| Optimus Me vem com sistema operacional Android 2.2 |
O celular conta com conexão Wi-Fi, A-GPS (uma versão do GPS que funciona 40 vezes mais rápido) com mapa e navegação por voz, Bluetooth e câmera de 3 megapixels sem flash. No quesito memório, o aparelho oferece cartão micro SD de 2GB incluso (expansível até 32GB) e permite conexão com o computador por meio da porta USB 2.0. É possível acessar mais de 200 mil aplicativos no Android Market para baixar.
O celular pesa pouco mais de 100 gramas e, segundo a LG, sua bateria dura cinco horas de conversação e mais de 11 dias em modo de espera. O usuário pode personalizar o produto com três opções de capas coloridas (prata, vermelha e azul) que o acompanham.
Siga o iG Tecnologia no Twitter
11/05/2011 - 17:41:00
O melhor smartphone com Android em sua faixa de preço
Por Stella Dauer
Quando aderiu ao Android a LG não foi muito feliz com a escolha do seu primeiro modelo movido a Google. O LG Sm@rt GW620 é esquisito e mal acabado. Mas parece que agora a empresa coreana entrou nos eixos, e o Optimus One é um bom exemplo disso.
Siga o iG Tecnologia no Twitter
Seu design lembra em muito os caprichados
HTC. Sua traseira é emborrachada para uma boa empunhadura e ele é bem discreto mas não muito leve – são 129 gramas. Ao redor dele só encontramos o botão de energia, volume, porta microUSB e a entrada para o fone. Na frente vemos a tela de toque capacitava com 3,2 polegadas e os botões de acesso do Android, que são físicos.
Tela de qualidade, sistema atualizadoEssa tela é um dos pontos fortes desse aparelho. Ela é razoavelmente grande e tem uma ótima resposta ao toque. Ela é brilhante e tem boa qualidade, mesmo não tendo uma das melhores resoluções e gamas de cores do mercado – 320 × 480 pixels e 262 mil cores, respectivamente.
Ele funciona com o Froyo, versão 2.2 do sistema Android. Isso significa um bom gerenciamento de bateria, transições mais rápidas e também a possibilidade de instalar aplicativos diretamente no cartão microSD. Isso é bom no caso do Optimus One, já que ele só tem 150MB de memória interna. Dá pra colocar muito mais coisa no cartão microSD de 2GB que acompanha o aparelho ou nos 32GB máximos que ele aceita.
Sua interface é bem básica. A LG não mexeu muito na versão original do Android, então é fácil acessar funções e customizar as sete telas disponíveis. Widgets bonitos podem ser adicionados informando sobre clima, alarmes, Facebook, notícias, etc. No menu de aplicativos é possível criar categorias e separar os aplicativos nelas. Muito útil!
O teclado
QWERTY, apenas na tela de toque, funciona bem com dedos pequenos, mas deve enroscar em dedões. É possível escolher entre o teclado da LG e o do sistema.
Ele não vem com muitos aplicativos, mas os que vêm já são suficiente para um bom uso. Gmail, Gtalk, gravador de voz, navegador, Gmaps, Market, orkut, Twitter, YouTube e Think Office são alguns deles. O aplicativo NDrive garante navegação gratuita por
GPS. O 2.2 traz uma versão muito boa do Gmail, deixando-o mais fácil de usar.
Desempenho e câmera medianosSeu processador
ARM de 600MHz não chega perto daqueles de 1GHz presentes em smartphones mais parrudos. Mas, para nossa surpresa, o Optimus One mostrou muita rapidez em quase todas as tarefas. Transições, jogos e outros aplicativos rodaram sem engasgos, mas mesmo rápido não há suporte ao Flash Player 10.1 no navegador. A duração da bateria varia entre 5 a 7 horas, dependendo da intensidade do uso.
A câmera de 3.2 megapixels não possui flash e nem zoom, mas tem auto-foco, detector de faces e sorrisos, efeitos, panorama, entre outras coisas. Suas fotos ficam acima da média de outros aparelhos da mesma categoria, até mesmo em situações de pouca luz. Infelizmente, ele só faz vídeo em formato
VGA, a 18 frames por segundo, uma qualidade bem baixa.
Música no player simples, conexões básicas e suficientesSeu tocador de música é o mais simples possível, como quase todos os Androids. Seu som externo é alto, mas um pouco estourado; o interno tem melhor qualidade e seu volume também é bem alto. O fone que acompanha o produto possui microfone e também serve como antena para o rádio FM.
Nesse smartphone há todo tipo de conexão que se possa imaginar. Ele é 3G Quad Band, ou seja, deve funcionar com a maior parte das operadoras do país. Além disso ele tem A-
GPS, Bluetooth, Wi-Fi e
GPS. Destaque para o Wi-Fi, que encontra redes disponíveis rapidamente e mantém a conexão estável na maior parte do tempo. Ah, e ele também pode ser transformado em um roteador Wi-Fi com conexão para até 5 dispositivos simultaneamente.
Concluindo, temos aqui um smartphone competente e com bom design, perfeito para quem quer o primeiro aparelho com Android. Ele não se sobressai entre outros aparelhos com Android, mas cumpre seu trabalho com presteza e não te deixa na mão.
Prós:• Já vem atualizado para o Android Froyo;
• Tela com ótima resposta;
• Design discreto e sóbrio;
Contras:• Câmera sem flash e zoom óptico;
• Teclado virtual pode não ser muito responsivo;
• Processamento empaca em algumas funções;
LG Optimus One P500Preço: R$ 704
10/05/2011 - 16:31:00
Rastreamento de usuários provocou polêmica no mundo todo
Por Bianca Hayashi, da revista MAC+
O caso do rastreamento dos smartphones provocou discussões em todo o mundo a respeito da privacidade dos usuários. A Apple e a Google foram convocadas pelo Senado americano para esclarecem as questões dos políticos a respeito. O vice presidente de tecnologia de software da Apple, Guy L. “Bud” Tribble, e o chefe de políticas públicas da Google, Alan Davidson, compareceram ao Senado nesta terça-feira, 10 de maio, para falar sobre o caso. Tribble reiterou a posição da Apple de que a privacidade de seus usuários é a mais alta prioridade da empresa.
| Reprodução |
 |
| Mapa criado a partir do histórico de localização do iPhone |
Tribble recapitulou muito do que a Apple divulgou no final de abril em um
comunicado explicando a funcionalidade de Localização de Serviços dos dispositivos iOS. Segundo o
Apple Insider, o executivo deixou claro que a Apple não rastreia seus usuários e não compartilha informações pessoais com outras empresas sem o consentimento do usuário.
“A Apple tem o compromisso de dar aos nossos consumidores o controle e a escolha sobre as suas informações e acreditamos que nossos produtos o fazem de forma simples e elegante”, disse Tribble. Ele disse ainda que a Apple não tem acesso ao cache de informações por onde os usuários passaram e estes dados são protegidos dos aplicativos do iPhone ou iPad do cliente.
O executivo explicou que os dados encontrados nos iPhones são de torres de celular e redes Wi-Fi que ajudam os usuários a ter acesso fácil à sua localização, antes de obter o sinal do GPS. Tribble também disse que a Apple consertou o bug que fazia com que o iOS guardasse informações do usuário por muito tempo.
Além disso, ele admitiu que a Apple não verifica todos os 350 mil aplicativos para iPhones, assim como seria impossível para o governo visitar todos os cidadãos que pagam os seus impostos, mas afirmou que a companhia de Cupertino fica de olho nos blogs e na comunidade de aplicativos para potenciais violações de suas regras. Se a violação é descoberta, os aplicativos são removidos em 24 horas e o desenvolvedor recebe um aviso.
O executivo da Google foi questionado sobre a coleta de dados de redes Wi-Fi no serviço Street View, que captura imagens para o Google Maps. Davidson disse que a coleta de dados não foi intencional e não foi feita para melhorar o produto Google Maps. “Foi um erro e certamente nunca tivemos a intenção de coletar informações dos usuários”, disse.
Davidson também disse que a política da Google é diferente da Apple e a natureza do sistema de código aberto é não interferir no trabalho dos desenvolvedores. Para proteger os usuários, o executivo disse que a Google tem uma lista de funcionalidades, incluindo os serviços de localização, que podem ser baixados na Android Market. Ele afirmou que sempre é perguntado aos usuários se eles querem compartilhar estas informações assim que instalam os aplicativos e o consumidor tem o poder de alterar esta decisão sempre que achar necessário.
Siga o iG Tecnologia no Twitter