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Notícias para quem quer Comprar GPS
19/04/2011 - 13:19:00
Isso é que é uma reciclagem geek!
Por Daniel Pavani
Dois engenheiros do Universidade Politécnica da Catalunha, na Espanha, criaram um carrinho de controle remoto movido a anéis de latas de alumínio e uma solução de hidróxido de sódio, produzindo um veículo com emissão zero de poluentes.
Alex Loveit e Xavier Salueña criaram o dAIH2Orean, que, segundo o site PopSci, tem a honra de ser o primeiro carro abastecido por anéis de lata. Na página do projeto (dalh2orean.com), os criadores da máquina contam um pouco mais sobre a invenção.
Um vídeo no Vimeo (goo.gl/cKzRa) mostra como funciona a invenção dos espanhóis. O dAIH2Orean funciona com um motor movido a hidrogênio, que é proveniente da reação entre hidróxido de sódio e alumínio, em presença de água. Basta, portanto, adicionar pastilhas do hidróxido, os anéis e água e esperar um pouco para que a reação se inicie. O hidrogênio liberado abastece uma célula de combustível que fornece a energia ao carrinho.
Quem não iria querer aproveitar os anéis das latas assim? Crédito: Divulgação.
É claro que a reação é um tanto mais complexa, envolvendo uma série de filtros e configurações, e mais detalhes podem ser encontrados no release dos engenheiros, no link goo.gl/qGciF.
O dAIH2Orean pode não ser movido a lixo orgânico ainda, mas, assim como lembra o site Engadget, “Doc” Brown ficaria orgulhoso. E, claro, caso alguém possa estar se perguntando sobre o nome do carrinho, sim, ele foi inspirado no DeLorean e, assim como destacam seus próprios criadores, não viaja no tempo, mas pode alcançar velocidades de até 30km/h.
19/04/2011 - 14:16:52
País possui 44 computadores para cada 100 habitantes, o que o coloca acima da média mundial
O Brasil atingirá a marca de um computador pessoal (PC) para cada dois habitantes no primeiro trimestre de 2012, de acordo com a 22ª Pesquisa Anual do Uso de Informática, divulgada hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). "Essa proporção era esperada, mas mais para a frente.
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No entanto, como o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revisou para baixo, no Censo, o número de pessoas no País, a relação de um computador a cada dois habitantes já vai acontecer no início do próximo ano", disse o coordenador da pesquisa, Fernando Meirelles, professor da FGV.
De acordo com o levantamento, atualmente há 85 milhões de computadores em uso no País, levando-se em conta os ambientes doméstico e de trabalho. No ano passado, 14,6 milhões de PCs foram vendidos, ou seja, um a cada dois segundos. "Em três anos, de 2007 a 2010, dobrou o total de computadores do País", afirmou Meirelles.
Segundo o especialista, a associação de três fatores ajuda a explicar esses números. Em primeiro lugar, a queda do custo de um computador. "Antes o cara discutia se ia trocar o carro ou comprar um computador. Hoje se discute se será o computador ou a geladeira", brincou Meirelles. Ele lembrou também do aumento do poder aquisitivo no Brasil, principalmente em relação à classe C, e dos contínuos investimentos em tecnologia por parte das empresas. Por fim, abordou o que ele chama de "percepção de utilidade". "Dá para viver hoje sem um computador? Dá, mas a pessoa vai passar perrengue. Isso faz com que haja uma disposição para a pessoa ter um computador", explicou.
A pesquisa mostra que o Brasil possui 44 computadores a cada grupo de 100 habitantes, o que coloca o País acima da média mundial, que é de 36 PCs a cada 100 habitantes. Apesar disso, observa-se que há um grande potencial de crescimento nesse mercado, pois o levantamento aponta que nos Estados Unidos são 106 computadores a cada grupo de 100 habitantes. A tendência, de acordo com o levantamento, é que o Brasil atinja 140 milhões de PCs em 2014.
19/04/2011 - 12:32:00
18/04/2011 - 12:42:11

Empresa analisou participação dos internautas no trimestre.
Sudeste manteve a liderança, com 61,25% das visitas.
16/04/2011 - 17:35:11
Playbook chega aos Estados Unidos em 19 de abril, mas ainda é um aparelho incompleto
Por David Pogue
Veja bem, vou ser sincero. Sei que os tablets estão na moda, que 2011 é o ano dos clones do iPad e que todas as empresas do ramo estão de olho nesse mercado. Mas, desculpem, não vou analisar todos os 85 tablets que chegarão ao mercado este ano. Estamos apenas em abril e já estou com Ressaca de Tablets. Não vou analisar o tablet da Electrolux, o tablet da Polaroid, o tablet da Kelllog´s.
| Getty Images |
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| PlayBook chega ao mercado americano com sistema operacional "cheio" de falhas |
Mas o tablet da RIM, fabricante do BlackBerry, parece merecer alguma atenção. O mundo da tecnologia parece estar realmente empolgado com ele. Ele se chama Plabook e estará disponível nos Estados Unidos a partir do dia 19/04, com preços de US$ 500 (modelo de 16 GB), US$ 600 (32 GB) e US$ 700 (64 GB) (nota do editor: não há previsão de lançamento do Playbook no Brasil).
O iPad, é claro, tem 10 polegadas. Mas tablets com 7 polegadas também têm suas qualidades. Em tese, daria até para guardar o Playbook no bolso de um paletó. Mas, por incrível que pareça, o aparelho é meia polegada mais largo do que um bolso padrão. Quem definiu este tamanho deveria ser barrado da festa de lançamento.
Ainda assim, o Playbook é visualmente bonito e agradável de usar. O aparelho tem a parte traseira emborrachada, tela multitoque eficiente e peso adequado (408 gramas).
Software
O software é baseado no sistema operacional QNX, comprado pela RIM em parte devido à sua estabilidade em uso industrial (“Roda em usinas nucleares”, diz um gerente de produto da RIM sem perceber a ironia, levando em conta fatos recentes).
Além da QNX, a Palm e Apple estiveram envolvidas no projeto, mas sem saber. O software do Playbook é cheio de ideias “emprestadas” dos concorrentes. Por exemplo, para apagar ou organizar aplicativos, o usuário segura o dedo sobre a tela até que os ícones comecem a tremer (alô, iPad!). E para fechar um programa o usuário move o dedo a partir da parte inferior da tela em direção ao centro (alô, Palm Pre!).
Não há nenhum botão na parte frontal do aparelho. No topo estão os botões liga/desliga, tocar/pausar e teclas de volume. Para navegar entre os aplicativos o usuário desliza o dedo sobre as largas bordas negras do aparelho, que ocupam boa parte da tela.
Um gesto para cima mostra os ícones de aplicativos. Movimentos para esquerda e direita permitem alternar entre os programas abertos. Um gesto para baixo revela a barra de ferramentas do aplicativo aberto no momento.
Infelizmente, não dá pra saber se um determinado aplicativo tem barra de ferramentas. Por isso algumas vezes me senti meio bobo ao fazer o gesto para baixo à toa. De forma similar, se a tela inicial está cheia de ícones, é possível ver outros movendo o dedo para cima. Mas não dá pra saber se há mais aplicativos, já que não há uma barra de rolagem para indicar a quantidade de programas existentes no aparelho.
Porta HDMI facilita apresentações
Mas o Playbook tem três recursos que seus concorrentes nem sonham em possuir no momento. O primeiro: com um cabo HDMI (comprado separadamente), é possível conectar o aparelho a uma TV ou projetor, algo muito bom para apresentações em PowerPoint (aparentemente eles ainda fazem isso em empresas).
O iPad faz isso, mas a imagem na tela da TV é a mesma da tela do aparelho. Já o Playbook pode mostrar duas imagens diferentes. Na TV a platéia vê os slides, no Playbook o usuário vê a tradicional “cola” dos slides e as miniaturas de cada elemento da apresentação.
O segundo recurso bacana é relativo ao consumo de fotos, vídeo e música. Infelizmente não há um software para fazer isso automaticamente. É necessário arrastar os arquivos manualmente até as pastas do Playbook para cada tipo de mídia. Mas, depois de fazer isso uma vez usando um cabo USB, é possível fazer essa transferência por meio de uma conexão Wi-Fi, sem o uso de cabos. O Playbook aceita transferências sem fio até mesmo em estado de descanso.
Finalmente, há um recurso interessante chamado BlackBerry Bridge, que funciona por meio de uma conexão Bluetooth. Com o recurso ativado, o Playbook vira uma “janela gigante” para o conteúdo de um smartphone BlackBerry. Qualquer conteúdo relativo a e-mail, calendário, agenda e mensagem instantânea aparece maior na tela do Playbook. E a conexão é criptografada.
Outra vantagem de sincronizar o Playbook com um smartphone BlackBerry é a conexão à internet. O Playbook pode acessar a web por meio da conexão 3G do BlackBerry. Não é necessário pagar um valor extra para esse tipo de recurso, como ocorre com o iPhone e aparelhos Android nos Estados Unidos.
O BlackBerry Bridge é um recurso criado para usuários corporativos. Como a conexão entre os aparelhos é criptografada, os administradores de rede de empresas não precisam se preocupar com brechas de segurança no tablet. Todo o investimento em segurança de dados em aparelhos BlackBerry vale também para o Playbook.
Playbook fica devendo em e-mail
Mas, está sentado? No momento, o Bridge é a única maneira de acessar aplicativos de e-mail, calendário, agenda e o BlackBerry Messenger no Playbook. O tablet não tem aplicativos próprios para essas funções. Sim, você leu corretamente. A RIM acaba de lançar um produto da linha BlackBerry sem aplicativo de e-mail (a RIM afirma que esses aplicativos chegarão no segundo semestre).
Para compensar, o aparelho traz uma versão do aplicativo Documents do Go. Ele permite editar arquivos do Word, Excel e PowerPoint. E o tablet traz ainda um browser legal e com suporte a Flash, algo que o iPad não tem. As câmeras do Playbook (3 e 5 megapixels) gravam vídeos com boa qualidade.
Infelizmente, não há aplicativo para videoconferência, uma desvantagem em relação a iPad e Android. Além disso, o tablet traz GPS, mas não tem recurso de navegação curva a curva. Por isso, na área de mapas as funções ficam limitadas a consultar endereços no Bing Maps.
Falta de aplicativos é problema grave
E isso é só o começo. Por enquanto, o slogan do Playbook pode ser “There´s no app for that” (não há aplicativos para isso). Nenhum aplicativo já existente roda no novo sistema do Playbook. Nem os programas feitos para smartphones BlackBerry (a RIM afirma que um emulador de aplicativos BlackBerry chegará até o fim do ano).
Por isso, a RIM resolveu começar do zero com uma loja de aplicativos exclusiva para o Playbook. A empresa diz que já tem três mil aplicativos cadastrados, em parte porque deu um Playbook para qualquer desenvolvedor que quisesse criar um programa. Mas esses aplicativos só serão revelados na próxima semana (jornalistas com acesso ao aparelho só tiveram acesso a uma versão enxuta da loja, com algumas dezenas de aplicativos bem fracos).
Também vale mencionar que esse Playbook funciona apenas com redes Wi-Fi. Não há uma opção para usar redes 3G, como em aparelhos da Apple, Motorola e Samsung. A RIM diz que versões 4G do aparelho chegarão até o fim de 2011. (Nota do editor: no Brasil ainda não há redes do padrão 4G).
Aparelho terá que melhorar muito
Resumindo, o Playbook é rápido, fácil de usar e tem bom design. Mas na atual versão, é tão incompleto que é quase impossível de analisar, quanto mais comprar. Vale lembrar que o principal competidor do Playbook é o iPad 2, mesmo preço, mais fino, tela maior e mais de 300 mil aplicativos.
Considerando esse fator, faz sentido comprar um aparelho incompleto, sem e-mail ou calendário, sem conexão 3G, sem Skype, sem aplicativo de GPS, sem videoconferência e sem Angry Birds?
Também vale esclarecer que até o momento, poucos dias antes do lançamento oficial em 19 de abril, o sistema operacional está cheio de falhas e sendo atualizado diariamente. E o vital recurso BlackBerry Bridge ainda está em fase de testes. Ele ainda não tem recursos importantes, como exibir anexos em e-mails ou clicar em links incluídos em mensagens.
Se tudo isso for consertado, e se os aplicativos chegarem, e se o Playbook sobreviver à avalanche de tablets que devem chegar esse ano, talvez ele consiga ficar entre os vencedores desse mercado. Por enquanto, porém, há muitos recursos que estão apenas no caderno de idéias da RIM, mas não no aparelho.
17/04/2011 - 13:14:00
15/04/2011 - 15:44:13
LG e ZTE são algumas das empresas que avaliam uso da plataforma
Por Tarmo Virki
TAMPERE, Finlândia (Reuters) - Fabricantes de aparelhos de telefonia móvel como a LG estão se movimentando para adotar o sistema operacional MeeGo, baseado em Linux, após a Nokia tê-lo abandonado e aberto o caminho para as concorrentes, afirmou um dos líderes do projeto.
O sistema de código aberto MeeGo foi criado no ano passado pela fusão das plataformas baseadas em Linux da Nokia e da Intel, mas a Nokia desistiu do projeto em fevereiro, quando a empresa afirmou que em vez disso se focaria no software da Microsoft.
"Ela abriu oportunidades para outros. As discussões estão acontecendo. Vocês verão novidades surgindo neste ano, em breve", afirmou Valtteri Halla, membro do grupo de direção técnica do MeeGo, durante uma conferência para desenvolvedores na sexta-feira.
Halla, que trabalhou por anos no software baseado em Linux da Nokia e trocou a empresa pela Intel após o anúncio da finlandesa, afirmou que o papel dominante da Nokia no projeto impediu que outras fabricantes adotassem a tecnologia.
Nesta semana, a LG entrou para um grupo de trabalho a fim de desenvolver uma versão móvel do software, se juntando a empresas como a ZTE e a China Mobile, disse.
O MeeGo é um software novo, em um mercado já povoado por outros sistemas operacionais e dominado pelo Android do Google.
Um porta-voz da LG afirmou que a sul-coreana está colaborando com o MeeGo em vários grupos de trabalho.
"Neste momento, a LG não tem planos definitivos de produzir em massa aparelhos com o MeeGo, a não ser sistemas de informação e entretenimento para carros", afirmou.
A Nokia prometeu lançar, no final deste ano, seu primeiro e último aparelho rodando o MeeGo, antes de mudar de foco.
15/04/2011 - 13:04:12
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